"Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade." "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei..." Allan Kardec.
domingo, 16 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
VOLTEI
Ai que saudades daqui!!!Excluí o blog por um único motivo,não conseguia tempo para atualizar as postagens,ficava triste,chateada, pois sei que sempre tem alguém que se inspira nas mensagens edificantes de mensageiros iluminados que posto.
Estou cheia de resoluções de ano novo ,e uma delas é não levar as coisas tão a sério,respeitar meu tempo e meus limites físicos,mentais e emocionais.Enfim...saber definir prioridades em minha vida e cuidar de mim é uma delas.Só posso dizer uma coisa,continuo imperfeita,humana...Mas agora mais que nunca buscando a luz que sei que existe dentro de mim,aprender a me conhecer e lhe dar com meus defeitos ,aprender com eles,ser feliz.
Até a próxima!!!
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Desgosto
Referimo-nos habitualmente aos desgostos da vida como se nada mais tivéssemos que pensar.
Essas ocorrência sobrevêm, de vez que, em nossas atuais condições evolutivas, somos ainda propensos a fixar o coração nos fenômenos do mal, extremamente desmemoriados quanto ao bem, à feição de pessoa que preferisse morar dentro de uma nuvem, à frente do Sol.
Ligeiro mal-estar obscurece-nos a harmonia interior e adotamos regime de aflição que acaba por atrair-nos moléstia grave...
Isso porque apagamos da lembrança os milhares de horas felizes que lhe antecederam o apareci- mento, sem perceber que o incômodo diminuto é aviso da natureza a que retomemos posição de equilíbrio.
Breve desajuste no lar interrompe-nos a alegria e desvairamo-nos em revolta, instalando, às vezes, perigosos quistos de malquerença, no organismo familiar...
Isso porque quase nunca relacionamos os tesouros de estabilidade e euforia com que somos favorecidos em casa, longe de observar que o problema imprevisto expressa bendita oportunidade de consolidarmos o amor e a tranquilidade no instituto doméstico.
Um companheiro nos deixa a convivência e deitamos longas teorias, acerca da ingratidão, estabelecendo complicações de profundidade...
Isso porque olvidamos as afeições preciosas que nos enriquecem os dias, incompetentes que nos achamos para concluir que o amigo, tangido pelas forças espirituais com que se afina, terá buscado o tipo de experiência mais adequada aos próprios impulsos, com vantagem para ele e proveito nosso.
Insignificante desentendimento reponta na esfera profissional e exageramos o acontecido, lançando perturbação ou incrementando a desordem...
Isso porque muito dificilmente ligamos justa importância aos dotes inúmeros que recolhemos do nosso campo de trabalho, inábeis para reconhecer que o destempero havido é o ensejo de proteger e prestigiar a organização a que fomos chamados, em favor de nós mesmos.
Desgosto está efetivamente para o coração, como a poda para a árvore.
Se dissabores nos visitam, recordemos que a vida está cortando o prejudicial e o supérfluo, em nossas plantas de ideal e realização, a fim de que possamos nos renovar e melhor produzir.
-Emmanuel-
Essas ocorrência sobrevêm, de vez que, em nossas atuais condições evolutivas, somos ainda propensos a fixar o coração nos fenômenos do mal, extremamente desmemoriados quanto ao bem, à feição de pessoa que preferisse morar dentro de uma nuvem, à frente do Sol.
Ligeiro mal-estar obscurece-nos a harmonia interior e adotamos regime de aflição que acaba por atrair-nos moléstia grave...
Isso porque apagamos da lembrança os milhares de horas felizes que lhe antecederam o apareci- mento, sem perceber que o incômodo diminuto é aviso da natureza a que retomemos posição de equilíbrio.
Breve desajuste no lar interrompe-nos a alegria e desvairamo-nos em revolta, instalando, às vezes, perigosos quistos de malquerença, no organismo familiar...
Isso porque quase nunca relacionamos os tesouros de estabilidade e euforia com que somos favorecidos em casa, longe de observar que o problema imprevisto expressa bendita oportunidade de consolidarmos o amor e a tranquilidade no instituto doméstico.
Um companheiro nos deixa a convivência e deitamos longas teorias, acerca da ingratidão, estabelecendo complicações de profundidade...
Isso porque olvidamos as afeições preciosas que nos enriquecem os dias, incompetentes que nos achamos para concluir que o amigo, tangido pelas forças espirituais com que se afina, terá buscado o tipo de experiência mais adequada aos próprios impulsos, com vantagem para ele e proveito nosso.
Insignificante desentendimento reponta na esfera profissional e exageramos o acontecido, lançando perturbação ou incrementando a desordem...
Isso porque muito dificilmente ligamos justa importância aos dotes inúmeros que recolhemos do nosso campo de trabalho, inábeis para reconhecer que o destempero havido é o ensejo de proteger e prestigiar a organização a que fomos chamados, em favor de nós mesmos.
Desgosto está efetivamente para o coração, como a poda para a árvore.
Se dissabores nos visitam, recordemos que a vida está cortando o prejudicial e o supérfluo, em nossas plantas de ideal e realização, a fim de que possamos nos renovar e melhor produzir.
-Emmanuel-
sábado, 16 de novembro de 2013
Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos
1 – Disciplinar os próprios impulsos.
2 – Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
4 – Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 – Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 – Evitar as conversações inúteis.
7 – Receber o sofrimento o processo de nossa educação.
8 – Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 – Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 – Repetir as lições edificantes,
tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no
aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do
Divino Mestre, hoje e sempre.
* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Paz e Renovação.Ditado pelo Espírito André Luiz.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Leandra Bárbara: Não aceite mais ficar magoado...
Leandra Bárbara: Não aceite mais ficar magoado...: Sem a melodia do perdão, não pode existir música nos sentimentos. Esquece todas as ofensas e não deixes que quem te fira te irrite. Se ...
Inteligência e emoção
Na
construção dos equipamentos orgânicos para a evolução, a Divindade
programou que o hemisfério direito do cérebro seja responsável pela
beleza, pela arte, pelos sentimentos, tendo um caráter criativo e
holístico, enquanto que o esquerdo responda pelo conhecimento, pela
razão e pela lógica, demarcadamente separados pelo corpo caloso.
Na
atualidade, não há como negar as notáveis conquistas da inteligência,
responsáveis pela Tecnologia e por todos os extraordinários contributos
da Ciência, tornando a vida na Terra mais confortável, com muitos males
eliminados ou contornados, propiciando bem-estar, conforto e facilidades
de todo porte. Nada obstante, não se pode desconhecer que esses
instrumentos fabulosos de que se tem utilizado o conhecimento são também
responsáveis por males incontáveis e desastres dantes jamais imaginados
de se tornarem realidade.
Referimo-nos
às armas ditas inteligentes com o seu poder de destruição superlativa,
assim como as elaboradas quimicamente para matar, as biológicas
portadores de epidemias terríveis, ao lado de outras tantas capazes de
destruir a flora, a fauna, contaminar as águas e intoxicar a atmosfera
com o único objetivo ganancioso do poder arbitrário e egotista de
governantes desalmados.
Ao
lado das comunicações virtuais de inestimável significado para o
progresso do indivíduo, assim como das massas, encontra-se a perversa
utilização para o crime de várias expressões, para a dissolução dos
costumes, para a promiscuidade, para o comércio nefando de vidas em
florações, para a drogadição, com todo o seu cortejo de tragédias, para a
expansão da loucura, para a perda do sentido psicológico existencial...
A
imaginação exacerbada pelo conhecimento entorpece as emoções elevadas e
contribui para as alucinadas fugas da realidade, para o prazer
exaustivo e o gozo irrefreável, em nome do moderno, do oportuno e do
inadiável.
O
tempo gasto na execução do anseio de estar em todo lugar ao mesmo
tempo, desfrutando das concessões decorrentes de viagens fantásticas, de
intercâmbios para o gozo exorbitante, esgota-se na ampulheta dos anos e
logo surgem as frustrações atormentadoras, o tédio doentio, a
indiferença pela vida e o desprezo dos valores éticos, relegados a plano
secundário ou totalmente desconsiderados.
Criou-se
um quase abismo entre o saber e o sentir, entre a inteligência e
a emoção, gerando a perda da comunicação realmente afetiva, do espírito
de gentileza e de bondade, do companheirismo, da autoiluminação pela
conquista da consciência, reduzindo o ser humano à condição de máquina
em funcionamento automático sem controle nem diretriz.
Vive-se
a epopeia da cultura utilitarista e selvagem em detrimento da harmonia
entre a inteligência e a emoção, para que seja possível o
desenvolvimento e vivência das aspirações superiores da vida.
A
existência tem como finalidade precípua a autoconquista, a
transformação dos instintos violentos em emoções equilibradas, da
agressividade defensiva em utilização da energia criadora, e não para o
erotismo extravagante, para a fruição dos sentidos no mergulho da
escuridão do ego, com total esquecimento do Espírito que se é.
* * *
O
tradicional conceito em torno da voz do coração torna-se uma
necessidade de atualização, por ensejar o aprimoramento dos valores
éticos registrados no hemisfério direito, propiciando o seu
enriquecimento emocional, que trabalhará em favor da conquista do bem
que expressa a vontade e as leis de Deus.
A
inteligência, portanto, desenvolvida e cultivada sem o controle das
emoções radicadas nos princípios valiosíssimos do amor, torna-se
alucinada, exacerbada pelo egoísmo de que se nutre, em detrimento das
necessidades humanas que se movimentam em toda parte.
O
coração humano é o grande motor responsável pela manutenção da vida
física na viagem evolutiva, possuindo 40.000 células nervosas que são
responsáveis por ações pensantes, quais se constituíssem um pequeno
cérebro no seu conjunto, independendo das funções que são atribuídas ao
órgão total.
Lentamente,
após incontáveis padecimentos, o ser humano vai descobrindo que a
inteligência sem a emoção dignificada transforma-se em conquista
prejudicial, geradora de conflitos inomináveis e de condutas
extravagantes quão alucinadas.
Como
efeito, surge o impositivo de se trabalhar com a mesma intensidade o
hemisfério direito, exercitando os valores da emotividade, da
inspiração, do serviço de solidariedade humana, ao mesmo tempo em que se
torna impostergável o dever de ampliar a área do afeto, vinculando-se
aos ideais de enobrecimento e às pessoas lutadoras que se transformam em
líderes do progresso social e moral da humanidade.
O
conhecimento, que abre as janelas da alma para a percepção da
realidade, quando não é nutrido pelo sentimento ético, conduz à cegueira
da razão, que somente se direciona para o imediatismo do prazer e do
interesse pessoal, com parcial ou total indiferença pelo que sucede em
volta.
Assim
tem sido o comportamento da sociedade nesses longos milênios de
desenvolvimento da inteligência, na ânsia de ultrapassar os limites das
ocorrências e no desespero de solucionar as dificuldades que parecem
impedi-la de alçar voos cada vez mais amplos em busca do Infinito...
Enquanto
o amor não vicejar nos sentimentos, contribuindo em favor da harmonia
interna, do equilíbrio das emoções defluentes das sensações, ainda em
fase primária de seleção, o sofrimento seguirá ao lado dos viandantes
pelos caminhos carnais.
Desenvolver
um programa de realizações internas, caracterizadas pelos sentimentos
de compreensão em favor da família humana, torna-se uma urgente
necessidade que não deve ser postergada, sem que surjam ocorrências
nefastas, angustiantes.
Ninguém
consegue viver em equilíbrio sem um projeto de existência alicerçado na
afetividade, o que implica dizer que ninguém logra realizar-se durante a
vida física sem um objetivo psicológico superior. Se esse objetivo é
material, imediato, constituído pelos desejos egoicos, o sentido da vida
logo desaparece e o ser derrapa em transtorno de comportamento,
mergulhando em melancolia e asfixiando-se na depressão.
Unir,
portanto, as aspirações da inteligência com as aplicações do
sentimento, deve constituir a primeira meta a caminho dos ideais
cósmicos, ínsitos no cerne do ser.
* * *
Sem
dúvida, a inteligência é responsável pela grande horizontal das
conquistas humanas, mas o sentimento é a grande vertical na direção de
Deus.
No centro em que se encontram as duas vertentes, está o coração pulsando em amor e cantando as glórias do existir.
Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na manhã de 21 de maio de 2013, em Milão, Itália. Em 2.8.2013. |
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Perdoai
Façamos
uma reflexão em torno dos objetivos essenciais da nossa existência na
Terra, perguntando de maneira profunda e significativa: Que queres que eu faça, Senhor?
Quando Ele apareceu às portas de Damasco ao inimigo, a Sua pergunta foi caracterizada pela ternura: Saulo, Saulo, por que me persegues?
Quantas
vezes estaremos repetindo essa mesma pergunta porque a dor agasalhou-se
em nosso coração, porque o sofrimento tomou conta do país da nossa
alma.
Saulo, no entanto, teve a sabedoria de contrainterrogar ao Senhor.
Era o servo que encontrava seu amo, o escravo que encontrava o seu Senhor.
Que queres que eu faça?
Ele respondeu: Vai a Damasco e ali te dirão o que deves fazer.
Damasco, filhos da alma, é a província da nossa consciência.
Sigamos
em direção da nossa consciência e descubramos o que nos é lícito fazer,
diante dos desafios que se encontram à nossa frente.
Jesus veio para que tivéssemos vida e vida em abundância.
...E nos ofereceu em holocausto a Sua vida.
Não temais aquele que permanece no mal.
Não vos pode fazer mal algum, se não aceitardes o desafio do seu atrevimento.
Com Jesus aprendei a permanecer no bem.
A dor que a todos nos assalta é nada mais do que um acidente de percurso, induzindo-nos ao amadurecimento espiritual.
Sem
qualquer masoquismo, bendizei a dor libertadora que demonstra a
fragilidade do corpo no qual estais e a debilidade das forças morais que
a todos nos caracteriza.
Somos da Divina Luz gerados.
Permitamos que o Deus interno expanda-se e consiga vencer todas as trevas.
Ide e amai!
Parti
daqui com a alma referta de esperança e perdoai! Mesmo àquele que
parece não ser credor do perdão, perdoai, porque vos fará bem.
A Justiça Divina, a seu modo e termo, realizará a retificação do infrator.
Mas a vós, a nós, cabe perdoar sempre e incessantemente.
Os
Espíritos-espíritas que aqui se encontram em nome da brasilidade
espiritual, enternecidos, distribuem energias saudáveis por sobre todos
vós que nos ouvistes, onde quer que estejais e que acompanhais este
momento de clausura de mais uma etapa que oferece iluminação para as
consciências saírem daqui modificadas pelo Espírito do Cristo, vós que
tendes a honra e a glória de conhecer Jesus.
E,
quando alguma noite vos parecer excessivamente tempestuosa, buscai a
Estrela de primeira grandeza que é Jesus e segui o Seu rumo, para que,
no término, Ele passe a viver em vós.
Muita paz, filhos da alma!
São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra.
Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, no encerramento da 60ª
Semana Espírita de Vitória da Conquista, Bahia, em 8 de setembro de 2013. Em 18.9.2013. |
||
| Linda mensagem de um espírito iluminado no trabalho do bem.Aprender com os erros analisando o nosso mais íntimo sentimento.Jesus quer nos libertar,mas nós apegado ao ego queremos permanecer no escuro presos a nossos sentimentos mais obscuros e perturbadores.Deus continua a nos guiar com seus olhos fraternos de amor.Paz... |
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